quinta-feira, 10 de novembro de 2011

TERÇA-FEIRA, 8 DE NOVEMBRO DE 2011

Marcela Aragão foi morta pelo seu próprio companheiro

Marcela


Uma briga de casal terminou com a morte de uma mulher na madrugada de domingo (6/11). Anderson Batista Soares, 32 anos, é suspeito de asfixiar a companheira, Marcela Aragão, 31, durante uma discussão, sob possível efeito de álcool, que teria acontecido na presença do filho de um ano do casal. O crime ocorreu na Rua 22 da Quadra 41, no Parque Esplanada 1, em Valparaíso.

Segundo depoimento de Anderson à polícia, ele teria ido dormir acreditando que a mulher estava desmaiada. No entanto, quando acordou e viu que a Marcela estava morta resolveu pedir ajuda aos vizinhos.
As discussões entre os dois eram frequentes, por diversas vezes marcela aparecia com hematomas ao qual não relatava brigas entre seu companheiro, porem colegas da vitima relataram que a mesma havia se separa e voltado ao relacionamento varias vezes, Anderson se tornou mais agressivo quando Marcela expressava o desejo de se separar dele por causa da violência.
De acordo com a Polícia Militar de Luziânia, a vítima apresentava indícios de asfixia. O corpo da mulher foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML). Anderson foi autuado por homicídio qualificado e pode pegar uma pena de 12 a 30 anos, caso seja condenado,
 Porém, o IML constatou também fratura no crânio, Parece que Marcela levou muitas pancadas do brutamonte antes de morrer.
Marcela era uma pessoa muito calma sorridente e feliz sempre de bem com a vida, tinha um bom convívio com os colegas, no seu ambiente de trabalho era muito querida, jamais deixava transparecer seus problemas pessoais. Mais todos percebiam o quanto ela era maltratada.
Todos os seus amigos e colegas de serviço sentiram muito sua morte e apesaram-se no modo em que Marcela foi morta, com uma violência tão brutal.

Marcela Aragão

Esse absurdo tem que ser divulgado na mídia. Não podemos deixar que a Marcela Baritchela(facebook),entre só numa estatística, tem que colocar a cara de assassino na mídia. Divulgar essa brutalidade. Pra termos esperança que um dia isso possa acabar, pra esse monstro ter uma pena alta, pra que algumas pessoas, que talvez nunca saberiam disso, veja a monstruosidade, a maldade, a covardia que ele fez com essa pessoa, que quem conheceu sabe o quanto ela era uma menina boa, feliz, sempre sorrindo, brincando.
 

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